Onde estou?
Estou cá, mas não sei onde.
Para onde vou?
-Cá entre nós, para lugar nenhum!
Quem sou?
Cá, não sou nada.
E lá?
-Ah, é para lá que quero partir.
Lá é o lugar. O lugar para onde vou.
Meu amor me espera, lá.
A brisa me espera, lá.
Lá minha vida está. E me espera.
Estou cá e lá. Lá e cá.
Por horas não sei quem sou, onde estou, nem para onde vou.
Não sou nada assim, nem de lá nem de cá.
Mas cá entre nós, quando eu chegar lá, te aviso. Aviso pra cá.
Não tem jeito! Quando a sensação de consciência do batimento cardíaco vem à tona... Minha mente ferve. Borbulha de ideias... Aqui estão, perdidas, e encontradas, talvez. Apresento meus batimentos. Meu pulsar, em palavras. Eis aqui, sinta o batimento! Sinta a palpitação, este é o meu palpite.
domingo, 25 de agosto de 2013
Labirinto
Lá está indo.
Indo e rindo, pelo labirinto.
Lá está indo.
Fingindo pelo mundo. Fingindo e rindo, pelo labirinto.
Lá está indo.
Em busca da saída. Chorando e rindo, pelo labirinto.
Lá está indo.
Sempre rindo. Sempre indo, pelo labirinto.
Lá está indo, pela vida.
Indo e rindo, pelo labirinto.
Lá está indo.
Fingindo pelo mundo. Fingindo e rindo, pelo labirinto.
Lá está indo.
Em busca da saída. Chorando e rindo, pelo labirinto.
Lá está indo.
Sempre rindo. Sempre indo, pelo labirinto.
Lá está indo, pela vida.
Borboletagem
Num casulo sozinha, a procura de você.
Tento voar, não consigo, a vontade é te ver.
Voarei um dia, para te encontrar.
Borboletarei, só para te amar.
Amarei intensamente para não mais te perder.
Ficar sozinha não quero, lutarei para te ver.
Num casulo ainda estou.
Já saindo, amor...
Me espera.
Tento voar, não consigo, a vontade é te ver.
Voarei um dia, para te encontrar.
Borboletarei, só para te amar.
Amarei intensamente para não mais te perder.
Ficar sozinha não quero, lutarei para te ver.
Num casulo ainda estou.
Já saindo, amor...
Me espera.
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